3 coisas que talvez você não saiba sobre CULTURA (Parte 1)

setembro 9, 2019 11:51 am

Cultura tem sido um assunto muito falado recentemente. Junto com toda questão de Employer Branding. E como um CPO e Especialista de Engajamento eu me sinto motivado de saber o nível de interesse dos nossos clientes e parceiros que querem aprender mais sobre o tema.

Para ser 100% transparente com você, que vai dedicar 4 minutos para ler esse artigo…

É um ótimo momento para fazer parte de uma empresa igual a Hero365, que respira cultura, employer experience e engajamento.

A minha intenção com esse artigo, é fazer com que você entenda de uma vez por todas e 100%, o que eu tenho aprendido com Cultura e transformação digital nos últimos tempos.

Aqui vai a lista dessa primeira parte:

#1. Definir cultura é definir o futuro da empresa

Quando começamos essa jornada, o primeiro exercício foi esquecer o passado e focar em definir a cultura e o futuro da organização. É algo complicado, pois quando você olha para o passado, é possível que você tenha muita bagagem e história (que com certeza vão pesar) mas é importante ter um olhar novo pra isso. Nós passamos alguns momentos e horas discutindo com colaboradores o que nós gostaríamos de ter no futuro, o que gostaríamos de SER. Coisas como criar tecnologia para o bem, ter uma visão ambiciosa das coisas, redefinir a relação das pessoas com o trabalho…era alguns dos tópicos levantados. É importantíssimo fazer essa reflexão de forma clara e objetiva.

#2. Menos é mais. Foco nas estratégias que são simples de executar

Existem muitas maneiras diferentes de escrever a cultura da empresa. E você vai automaticamente ao pesquisar sobre o assunto se deparar com várias estratégias complexas. Aprendizado, curiosidade, coragem – e a lista continua. É necessário fazer um balanço e ficar no simples de executar. Nesse momento, quando você traça algo simples de fazer, é mais fácil se mantar motivado naquilo e perseguir um objetivo maior.

Algumas pessoas que você pode querer seguir para referência:

Dr. Michael Gervais, o treinador de mentalidade do time de futebol do Seattle Seahawks.

Jeff Raikes, ex-líder da Microsoft e CEO da Gates Foundation, e agora no conselho de administração de Stanford.

Dra. Carol Dweck, autora de Mindset e principal autoridade em mentalidade de crescimento.

Uma das maneiras na qual conseguimos estruturar nossa cultura no começo foi:

Cultura na mentalidade de crescimento focada em três pilares: obcecado pelo cliente, diversificado e inclusivo e Microsoft. Tudo isso está a serviço de fazer a diferença no mundo.

#3. Nunca fingir. É preciso SER antes de MOSTRAR

Case Microsoft:
O Satya anunciou a cultura da Microsoft para toda a empresa e depois em em uma assembléia de acionistas. Era uma abordagem ousada, e significava que todas as ações seriam medidas contra ela, e não tinha como fingir. A capacidade de Satya de exibir regularmente a mentalidade de crescimento por meio de suas palavras e ações tem sido um grande impulsionador do momento da Microsoft.

Para que a mudança de cultura seja mantida, seu CEO, líderes e gerentes devem incorporar a cultura da qual você está falando, e deve ser real. Deve ser REAL, tenha isso em mente e trabalhe pra isso!

Essa série continua! Iremos elencando de 3 em 3 para a leitura ficar mais rápida e dinâmica. Mas diz aí, o que achou dessa?

Até breve!

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